ESTAREMOS PRÓXIMOS DE UMA NOVA PANDEMIA?

Não se tem falado de outra coisa, principalmente nos EUA. Um pouco por todo o mundo, têm surgido supostos objetos “estranhos” não identificados, como o da fotografia (!). Mais estranho ainda é que os governos não têm assumido uma posição clara sobre o assunto, afirmando não terem explicação para este fenómeno.

Vou apenas expressar a minha visão, e me desculpem aqueles que esperam pela vinda de um Cristo que nos “salvará” a todos. Na minha opinião, a maior parte do que tem aparecido nos céus é tecnologia humana. E digo “maior parte” porque acredito que há também aparições de outra natureza.Explico melhor o que quero dizer:

Não estamos sozinhos nesta imensidão do Universo.

O que conhecemos como vida na Terra é um projeto evolutivo desenvolvido e comandado por inteligências superiores. Estas inteligências vibram numa frequência superior à nossa, razão pela qual não as conseguimos percecionar. Mas isso não significa que não existam.

A terra está a passar por um processo evolutivo sem precedentes, que iniciou em 1900, período esse que consiste na aplicação de um plano de evolução acelerada. Por isso, todos nós percecionamos que desde então, a Humanidade evoluiu a uma rapidez tal que chegamos a percecionar o tempo como “muito mais rápido”…

Isso sucede porque a frequência, quer da terra, quer do proprio coletivo humano está a aumentar. Então a pespetiva que temos da realidade é muito mais acelerada.

Deste modo, à medida que nos tornamos preparados, o plano Divino vai oferecendo novas tecnologias à Humanidade.

Outro conceito que é importante referir, é que a evolução depende sempre da polaridade. Tudo assim é no Universo, desde o micro ao macro. Daí chamarmos a esta dimensão de terceira, porque um observador necessida dessa polaridade para se entender a si mesmo.

Por isso entendemos o oposto como um confronto, mas na verdade é uma ferramenta evolutiva. A luz só é compreendida porque existe a escuridão; o calor é sentido porque há o frio; e a alegria é valorizada porque conhecemos a tristeza. Este equilíbrio de polaridades é essencial para a aprendizagem na terceira dimensão. Assim, o conflito faz parte do processo evolutivo, pois é através dele que descobrimos os nossos limites.

E o período que atravessamos é marcado pelo confronto entre as velhas estruturas, os chamados poderes instalados, e as forças emergentes que impulsionam a mudança num mundo em evidente colapso.

Esse velho mundo fará de tudo para perpetuar o seu poder, enquanto uma mudança inevitável e já em movimento se prepara para assumir o seu lugar.

Nos últimos anos, assistimos a sucessivas campanhas de manipulação de massas, resultado de uma engenharia social que busca enfraquecer a capacidade crítica da população. Esta estratégia facilita a implementação de agendas que servem os interesses dos sistemas dominantes.

Poderemos estar a aproximar-nos de uma nova narrativa global, que pode vir a ser usada como uma poderosa arma de manipulação coletiva. Algo como o mito de Orson Welles, em 1938, quando a transmissão radiofónica de “A Guerra dos Mundos” fez muitas pessoas acreditarem numa invasão extraterrestre.

Está previsto, no plano divino, que a humanidade venha a ter conhecimento da existência de vida para além da que conhecemos. Contudo, esta revelação será gradual e dependerá do seu nível de preparação. Será um processo lento e transformador, acompanhado pela oferta de novas tecnologias que ajudarão a elevar o nosso entendimento.

Infelizmente, a tecnologia, que deveria servir como uma ponte para a libertação, tem sido desde sempre distorcida com o propósito de manipular e controlar. Muitos visionários que ousaram desafiar os sistemas vigentes enfrentaram repressão ou tiveram as suas ideias deliberadamente apagadas e descredibilizadas.

Tal como vimos desde 2020, podemos estar a assistir ao início de uma nova narrativa global, usada como arma para moldar as perceções coletivas.

Ou seja, podemos estar à beira de uma nova tentativa de manipulação coletiva, seja através do medo, da desinformação ou da criação de novas crises. Cabe a cada um de nós desenvolver a capacidade de discernir, questionar as narrativas impostas e procurar a verdade por detrás dos eventos. Só assim poderemos escapar ao ciclo de controlo e contribuir para a construção de um futuro mais alinhado com os princípios de liberdade, evolução e harmonia universal.

 

Pedro Moreira

20/12/2024

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